Apr 30

IDP não recebe lista de adeptos proibidos de entrar em estádios

O Instituto de Desporto informou, este domingo, que não recebe os nomes dos adeptos proibidos de entrar nos estádios, desde que tal foi determinado por lei. Só na época passada ocorreram 39 detenções e 180 incidentes nos estádios, números superiores aos da época anterior.Os dados da PSP revelam que na época passada de futebol houve mais violência nos estádios, em relação ao que aconteceu há duas épocas, numa altura em que o Instituto de Desporto de Portugal (IDP) não recebe os nomes dos adeptos proibidos de assistirem a actos desportivos. Ao que a TSF apurou, desde que foi publicada, há três anos, a lei que determina a existência de uma base de dados com as pessoas proibidas de entrar nos estádios, a lista continua vazia.

O presidente do IDP, Luís Sardinha, confirmou à TSF que o instituto que preside nunca recebeu dos tribunais qualquer informação sobre a decisão de proibir a entrada de adeptos nos estádios.

A edição do Jornal de Noticias deste domingo, no entanto, cita fontes policiais para dizer que das 39 pessoas detidas na época passada, quatro estão interditas de assistir a jogos de futebol e duas têm de se apresentar na esquadra da sua área de residência sempre que haja um jogo do clube que são adeptos.

Na época passada registaram-se mais de 180 acidentes, foram identificadas 244 pessoas responsáveis por incidentes e detidas outras 29, ao passo que na época 2004/2005, ocorreram 146 incidentes, foram identificados 62 adeptos responsáveis por problemas e detidos 36.

Quanto ao tipo de incidentes, os mais comuns estão relacionados com a posse e o uso de material pirotécnico, com o arremesso de objectos, vandalismo e confrontos.

O IDP registou 23 autos levantados pela GNR e pela PSP em 2005, enquanto no ano passado foram aplicadas 14 coimas a adeptos, sendo que a maioria das contra-ordenações resultou do uso de material pirotécnico.

Entretanto, o presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, admitiu que efectivamente «cabe aos tribunais aplicar medidas de coação de acessos aos recintos desportivos» e informar o Instituto de Desporto de Portugal.

No entanto, apesar de «alegar que não tem informação sobre essa matéria», ao IDP também compete perceber o que está a acorrer», sendo que «o importante não é apenas haver legislação, mas ser aplicada e essa responsabilidade cabe a todos os intervenientes no processo», acrescentou António Martins.

Fonte TSF

Incrível, como em Portugal se faz a legislação e depois não é posta em pratica, e ano pós ano assistem impavidamente e serenos a violência que tem existido nos estádios e fora deles, sem que os prevaricadores sejam na maior parte das vezes responsabilizados, mais grave, que esses continuem a cometer os mesmos erros frequentando os estádios de futebol e arredores, espalhando o terror a quem nada tem haver com isso.
Depois dos problemas registados num clássico a poucas semanas, neste fim-de-semana esses começaram cá fora com agressões e feridos entre confrontos de polícia e adeptos, e felizmente não se estenderam para dentro do estádio o que podia ser catastrófico.

Dois polícias em serviço no Estádio da Luz foram esta tarde feridos após incidentes com adeptos do Benfica, à entrada para o Dérbi Capital. Um oficial e um agente acabaram por ser hospitalizados. Os confrontos começaram perto da porta 18, como já tinha sucedido antes do Benfica-FC Porto, local onde situa a sede dos No Name Boys e onde a claque encarnada se concentra. Foram arremessadas garrafas, pedras e, durante alguns minutos, instalou-se o pânico naquela zona.De acordo com informações ainda não confirmadas oficialmente, terá havido pelo menos uma detenção. Os incidentes prolongaram-se durante breves minutos, cerca de hora e meia antes do início da partida, tendo parte deles sido transmitida em directo pelos canais de informação que cobriam os momentos prévios ao jogo da Luz. O cortejo leonino, segundo a cada vez mais famosa sub-comissária Paula Monteiro, decorreu sem problemas de maior. Isto segundo o Megafone.

Mas até quando a lei vai ficar na gaveta e as responsabilidades andarem em pingue-pongue?
Até haver mortes?

Mas afinal quem é responsável?
Será que as famílias neste momento vão aos estádios sem medo que algo aconteça?
Será um local apropriado para crianças ou mulheres?
Já que para homens começa a estar difícil, tal são os “animais” que por vezes aparecem ao seu redor…
E quem perde, é quem gosta de ver os jogos ao vivo, junto dos craques que aprendeu admirar e poder conviver de perto com eles, mais os clubes que face a este tipo de situações, tem dificuldades de tesouraria e de apoio efectivo.

Vamos aguardar que alguém assuma as suas responsabilidades, antes que algo de muito grave tenhamos para lamentar um dia destes, pois enquanto em alguns países já se fez algo, em Portugal esperamos que algo aconteça…
Bem hajam

Apr 30

 

1-1
SLB-SCP

 

O derby realizado no estádio da luz é difícil não falarmos dele, e como eu previa, não trouxe nada de novo na classificação e pouco alterou em relação ao título, sem novidades nos sistemas das equipas de realce e da sua maneira de jogar.

Um jogo que longe de ser uma grande espectáculo, foi um jogo bem disputado, sempre com as equipas a tentarem responderem uma a outra nas transições em que o Sporting esteve muito melhor na primeira parte, especialmente nos primeiros 20 minutos, depois Benfica equilibrou; o Benfica na segunda esteve melhor nas equilíbrios de sectores que o SCP [este entrando novamente melhor nos primeiros minutos], não tendo uma superioridade relevante.
Longe de serem equipas a espera um da outra, ou dependentes do que cada uma fizesse, tentaram ser equipas a procura de ganhar onde se anularam mutuamente em determinados momentos de jogo, tendo o Benfica obrigação de atacar mais que o SCP, uma vez que jogava em casa e estava atrás na classificação, mas onde os equilíbrios registados em situações de perigo nas duas áreas, revelam bem a igualdade da partida e justificam o resultado a 1 bola.

Não querendo entrar em análises tácticas do jogo, resta referir que gostei dos jogadores Miccoli, Léo e Petit, sendo este a par do Italiano os melhores jogadores em campo, muito de perto acompanhados por Miguel Veloso e Polga que também estiveram muito bem na partida.

Quanto ao árbitro vou deixar a minha opinião e visão quanto a umas situações de jogo que podem gerar alguma polémica, pois Pedro Henriques não estando ao seu melhor nível, no campo disciplinar numa ou noutra situação, não se pode dizer que favoreceu ou limitou qualquer das equipas.

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Apr 30

Novak Djokovic, terceiro cabeça-de-série, precisou de três “sets” (6-2, 4-6 e 7-6) para levar de vencida o russo Igor Andreev. E no último, o assunto só se resolveu após apertado “tie-break”.

A competir no Estoril Open pela primeira vez, o jovem sérvio foi obrigado a sofrer até ao fim, já que o seu adversário se apresentou disposto a contrariar o esperado favoritismo do tenista que, desde esta segunda-feira, surge na quinta posição do “ranking” mundial.

Djokovic até entrou bem no encontro, arrebatando o “set” inicial sem grandes problemas (6-2). Tudo parecia bem encaminhado para, tranquilamente, assegurar a presença na ronda seguinte. Porém, Andreev, actual 177.º colocado na lista do ATP, surgiu mais forte no segundo parcial e o rumo do duelo alterou-se por completo.
Com a confiança a subir, Andreev tornou-se cada vez mais agressivo, enquanto o sérvio começou a evidenciar sinais de preocupação. E mais nervoso ficou quando cedeu o segundo “set” (4-6) e foi obrigado a decidir tudo no terceiro e decisivo parcial.
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