Jun 22

Mário Ventura é administrador do blogue Finta & Remata e cronista semanal convidado do Tugasport

Hoje lanço para a «mesa» o assunto da selecção nacional de sub-21. Depois de no ano passado, em solo lusitano, ter estado muito abaixo das expectativas, a selecção de esperanças partia com renovadas… esperanças para este Europeu de 2007, na Holanda.

Três jogos no Grupo A, 4 pontos e acima de tudo toda uma esquematização e opções tácticas que me fazem alguma confusão, ao que podemos adicionar um jogo com a Holanda de alguma suspeição.

Começo pelo esquema táctico que José Couceiro, a quem me recuso a chamar seleccionador, antes dirigente com «tiques» de treinador de bancada, que optou por fazer ele próprio uma táctica sem olhar à convocatória. Se na baliza Paulo Ribeiro não merece discussão, à falta de um jovem com rotinas na Liga Bwin, na direita da defesa tudo começou a descambar: no primeiro jogo, diante da Bélgica, a escolha recaiu em Filipe Oliveira, um extremo adaptado a essa posição quando ingressou no Marítimo, vindo do Chelsea onde nunca conseguiu mostrar o seu futebol, por mais que ele tarde em ser mostrado. No segundo jogo, esse tal diante da Holanda, tempo para adaptar ainda mais: Amoreirinha foi o escolhido. Só frente a Israel o seleccionador finalmente «acordou» e escolheu o melhor lateral-direito da selecção, curiosamente também ele formado como extremo: João Pereira, dos melhores do Gil Vicente esta época, mostrou o porquê de ser ele o dono e senhor daquele lugar neste escalão.

A posição de defesa direito foi um dos erros de «casting» de José Couceiro, a que se pode ainda adicionar a lateral-esquerda, onde Antunes devia ter sido desde início a opção mais válida, o centro da defesa onde Rolando era quem tinha mais «rodagem» para acompanhar Manuel da Costa e sobretudo no que diz respeito à postura do meio-campo: Manuel Fernandes passou a fase de grupos a jogar lado-a-lado com Miguel Veloso, perdendo com isso a agilidade de um verdadeiro «box-to-box», capaz de canalizar o jogo para a frente onde jogou Moutinho, na posição de número 10, lugar em que nunca se destacou no Sporting e onde Romagnoli acabou por ganhar vantagem. Aliás, o «segredo» base para este certame passava por adoptar o trabalho feito por Paulo Bento nos leões, com Miguel Veloso, Moutinho, Nani e Djaló nas contas, tal e qual Scolari havia feito, ainda a tempo, no Euro-2004, com a equipa delineada no FC Porto de Mourinho. Contas feitas, Couceiro foi um dos principais responsáveis pelo 3º lugar neste Grupo A, onde se pedia obrigatoriamente o 2º e acabou por ficar marcado pelo episódio que se passou no jogo com a Holanda e que passo a explicar em jeito de remate final.

José Couceiro foi expulso no Holanda-Portugal, alegadamente por palavras dirigidas ao árbitro, um alemão que acabou por mostrar a sua vulgaridade logo no encontro seguinte, no Sérvia-Inglaterra. Alegadamente o 4º árbitro dessa partida ouviu do que não gostou, alegadamente esse quatro árbitro era um «queixinhas» e alegadamente esse mesmo quarto árbitro, que havia sido o principal no Portugal-Bélgica, já tinha «marcado» José Couceiro. O seleccionador afirmou vincadamente ter sido expulso apenas por ter dito «it’s fault»… foi assim que Couceiro afirmou aos jornalistas e é assim que podemos chegar a uma conclusão bastante simples, tão simples como as opções que Couceiro (não) fez neste Euro’2007: «It’s fault» significa «É culpa» em português, quando Couceiro queria ter dito «É falta», ou seja, «It’s foul». Apesar de Couceiro não ser o Mourinho, o único capaz de no banco tirar «satisfações» e partido dos «mind games», parece ter algo em comum: além do nome próprio e do currículo cruzado no FC Porto, ambos parecem não ter sorte nenhuma com a língua inglesa…

Até para a semana, boas fintas e bons remates!

Mário Ventura

marioruiventura@gmail.com

Jun 18

A Selecção Nacional de hóquei em patins venceu esta noite Moçambique, por 7-4, no derradeiro jogo da segunda jornada do Mundial, que decorre em Montreux, na Suíça, referente ao Grupo C, apurando-se assim para os quartos-de-final da prova. A equipa moçambicana esteve a ganhar por 2-0, depois Portugal deu a volta ao marcador, a formação africana ainda empatou, mas a partir daí a equipa portuguesa arrancou para o triunfo, sofrendo o quarto golo a três minutos do final. No primeiro encontro da ronda, a França impôs-se aos Estados Unidos, por 6-2, também do Grupo C. Nesta altura, Portugal comanda o grupo, com 6 pontos, seguido da França e dos Estados Unidos, ambos com 3, e de Moçambique, que ainda não pontuou. A Selecção Nacional joga agora na terça-feira à noite, também às 20h30 de Lisboa, com os Estados Unidos no último encontro do Grupo C.

Jun 12


Gladstone, defesa-central que jogava no Cruzeiro, é o primeiro reforço do Sporting para a nova época. Gladstone tem 22 anos, pesa 82 kg e mede 1,83. É internacional brasileiro e chega aos leões por empréstimo de um ano com opção de compra de três milhões e 250 mil euros. O Benfica também esteve atento a este jogador, o qual havia dito ao CM que “era muito bom ir para um dos maiores clubes do Mundo”, comentando o interesse dos encarnados.

Gladstone chega a Lisboa na quinta-feira, submete-se aos tradicionais exames médicos e, se passar, assina contrato.

Assim o Sporting fica praticamente com 5 centrais no plantel, pois Tonel, Polga, Gladstone,Paulo Renato e Caneira que também pode fazer de lateral, se nos lembrarmos que em caso de necessidade Veloso pode também fazer esse lugar, embora muito remotamente e só em casos muitos pontuais no decorrer da época, o que me leva a fazer a seguinte análise:
Paulo Bento na próxima época quer ter mais alternativas nessa posição, porque vai eventualmente aprofundar e jogar mais vezes, no seu sistema táctico alternativo com 3 centrais, e quer ter jogadores que não necessite de fazer adaptações numa posição tão crucial como o centro da defesa, onde como todos sabemos é um dos sectores com maior preponderância numa equipa, e muito mais na estragégia de Paulo Bento, sendo a defesa o primeiro suporte de sucesso de todas as equipas, pois se não sofrer golos é meio caminho para poder ganhar o jogo, sendo que também de certeza que não se perde.
E com mais competições ee jogos para ano, ter opções garantidas e prever situações é o que faz um treinador diferente dos outros, e ser melhor.
Estas devem ser uma das razões da contração deste central, na minha opinião.

Agora se é bom jogador, se vai adaptar-se ao nosso futebol, já será outra história…

Mas o que me leva mais a esta crónica, será o facto de podermos perguntar se a melhor opção será comprar jogadores a título definitivo ou emprestados com opção de compra?!!

Na minha opinião a contrataçao dos jogadores a título de empréstimo , com opção de compra é um excelente negócio, para todos os clubes, pois para além de ter um custo mais reduzido na sua contratação a curto prazo, dá oportunidade para ver a adaptação, potencial e carácter do jogador, antes de poder investir em definitivo na compra do seu passe, podendo exercer no fim a opção se o jogador no campo corresponder.
Pois o clube fica sempre salvaguardado com a opção de compra no final, sendo que fica logo liberto de pressões se pretender o jogador em definitivo, pagando para tal a claúsula existente no acordo, ainda tendo a oportunidade de poder reduzir/baixar o custo do passe negociando com clube em questão…


Quantas vezes se compram jogadores a título definitivo, e depois chega-se a conclusão que esse jogador não valeu o investimento, e muito menos se adaptou ao futebol do clube, sendo que o clube fica com jogador que não rende, paga-lhe ordenado, para além do investimento feito nele, e ainda por vezes vai jogar em outros clubes, sendo que a maior parte do seu ordenado é pago pelo proprietário do passe, sendo que cumprem por vezes o contrato a jogar por outros clubes, e muitas vezes acabam por ficar nos mesmos a titulo definitivo, sem contrapartidas para quem investiu no mesmo.
Um exemplo claro de mau investimento foi Wender, que practicamente não jogou no clube que o comprou, sendo pago para jogar no clube a quem foi comprado, e chega por vezes a ser escandaloso este tipo de negócio para as finanças dos clubes, pois investem para depois nada receberem em troca, nem desportivas, quando por vezes podiam tirar mais partido desses negócios, como por exemplo negociar outros jogadores desses clubes com esses , reduzindo os passes dos que interessam, reavendo parte do investimento no que não fazem parte dos planos.

Lembro também João Alves, que no negócio que envolveu Wender, foi um investimento mal sucedido, uma vez que o jogador nunca rendeu o suficiente para valer 2.5 milhões de euros [ aliás ainda deve estar a ser pago em tranches ], sendo que o seu passe nunca foi aproveitado para poder adquirir outros jogadores a preços mais reduzidos e com mais valor, nomeadamente no Braga[ Madrid, Paulo Jorge,etc...], o mais grave é que o Sporting queria emprestar o jogador, mas o Braga não queria dar nada por ele, quando o vendeu pelo preço que se sabe, e ainda por cima só aceitava o jogador com ordenados pagos na maior totalidade pelo SCP.
Ora, o jogador não vai tardar estar nesse ou em outro clube, sem custos para os clubes que ficarem com ele, sendo que o clube que detem e investiu nele, não vai ganhar nada com seu passe, pois este acaba contrato para ano, paga-lhe os ordenados até final do seu contrato, e ainda vê reforçar os adversários a custo zero….

Isto é mau negócio, e ainda por cima ruinoso para os clubes, que não podem continuar a investir da maneira mais cega que existe…E por isso digo, jogadores emprestados com opção de compra estipulada, será desde já o melhor negócio para clube de futebol, pois fica sempre salvaguardado para ambas as situações; valorização do jogador, ou adaptação negativa.

E quantos casos isso faz sentido?!! recentemente:

Sporting em jogadores como Bueno, Alecs [apesar de gostar deste jogador], João Alves, e até mesmo Farnerud…
Benfica em jogadores como Beto, Moretto, Diego Souza, Karyaka, Kikin Fonseca…
Porto em jogadores como Ezequias, Lucas Mareque, Diogo Valente, Tarik Sektioui, Alan, e até mesmo Rentería…

Alguns destes jogadores até podem dizer que foram mal aproveitados, mas essa é outra história, pois o treinador actual é que manda nas opções…


Exemplos claros de sucesso recentes, são o caso do Romagnoli, que faz sentido o investimento, e até dá possibilidade de negociar, no caso do David Luiz que o Benfica comprou depois de ter agradado, isto são exemplos de como se pode comprar e investir com mais qualidade e certeza, sem um risco tão elevado…

Quantos jogadores as Sads que contrataram jogadores de qualidade duvidosa, poderiam activar as suas clausulas agora…e canalizar o dinheiro investido em alguns para outros?!Quanto dinheiro era poupado?

O risco para os clubes é reduzido, mesmo pelo investimento feito, a opção de compra será a sua segurança, tal como os clubes vendedores tem a possibilidade de receber o conbinado se for caso.

Quem não conhece este jogador ou nunca viu jogar [Gladstone], fica aqui uma demonstração de alguns pormenores, algo que me faz lembrar como muitos jogadores são comprados, pois é através destes videos que muitos clubes da nossa praça compram jogadores, através de vídeos compilados, o que não parece ser o caso deste, pois tem assiduidade nas selecções jovens do Brasil, e já foi chamado a selecção principal, mas resta saber se adaptação será eficaz, pois para isso existe a claúsula na sua compra, e só no fim se saberá se o jogador terá mais sorte que em Itália, até porque já esta mais maduro concerteza, que quando a sua passagem pela Juventus e Verona, e a concorrência e futebol será diferentc e, tendo clube comprador de ter um jogador que pode ser uma mais valia se corresponder, jogador mais uma oportunidade de valorizar-se na Europa e evoluir, e clube vendedor oportunidade de receber um encaixe razoável pelo empréstimo, com possibilidades de encaixar uma verba considerável para cofres dos brasileiros, onde jogadores no seu país emergem do nada todos anos…


Jun 05

Simão Sabrosa foi eleito o melhor jogador da Bwin Liga esta temporada. O capitão do Benfica foi o futebolista mais votado pelos 16 treinadores da liga portuguesa com 24 pontos. Ricardo Quaresma (FC Porto) ficou na segunda posição com 21 pontos, seguindo-se João Moutinho (Sporting) com 15.

Miguel Veloso (Sporting) mereceu a distinção de jogador-revelação, com Dady (Belenenses) e Anderson (FC Porto) a fecharem o pódio.

Na Liga de Honra, agora Vitalis, Roberto, do Leixões, foi o jogador mais votado pelos 16 treinadores, enquanto Fábio Coentrão, do Rio Ave e que entretanto já assinou pelo Benfica, foi o futebolista-revelação.

Votos

Alberto Pazos (Marítimo)
1.º Simão, 2.º Quaresma, 3.º Pepe; revelação: Miguel Veloso

Carlos Cardoso (V. Setúbal)
1.º João Moutinho, 2.º Pepe, 3.º Simão; revelação: Anderson

Daúto Faquirá (E. Amadora)
1.º Anderson, 2.º Simão, 3.º Quaresma; revelação: Tiago Gomes

Fernando Mira (Naval)
1.º Lucho, 2.º Liedson, 3.º China; revelação: Miguel Veloso

Fernando Santos (Benfica)
1.º Simão, 2.º Pepe, 3.º João Moutinho; revelação: Katsouranis

Jaime Pacheco (Boavista)
1.º Simão, 2.º Pepe, 3.º João Moutinho; revelação: Dady

Jesualdo Ferreira (FC Porto)
1.º Quaresma, 2.º Simão, 3.º Liedson; revelação: Miguel Veloso

Jorge Costa (Sp. Braga)
1.º João Moutinho, 2.º Quaresma, 3.º João Pinto; revelação: Miguel Veloso

Jorge Jesus (Sp. Braga)
1.º Quaresma, 2.º Simão, 3.º Liedson; revelação: Dady

José Mota (P. Ferreira)
1.º Liedson, 2.º Simão, 3.º Quaresma; revelação: Antunes

Manuel Machado (Académica)
1.º Dady, 2.º João Moutinho, 3.º Kazmierczak; revelação: Anderson

Neca (Aves)
1.º Quaresma, 2.º Petit, 3.º João Moutinho; revelação: Anderson

Paco Soler (Beira-Mar)
1.º Pepe, 2.º Simão, 3.º Liedson; revelação: João Moutinho

Paulo Bento (Sporting)
1.º Simão, 2.º Quaresma, 3.º Pepe; revelação: Dady

Paulo Duarte (U. Leiria)
1.º João Moutinho, 2.º Quaresma, 3.º Simão; revelação: Miguel Veloso

Pedrag Jokanovic (Nacional)
1.º Paulo Assunção, 2.º Quaresma, 3.º João Moutinho; revelação: Nani

Jun 05

Mário Ventura é administrador do blogue Finta & Remata e cronista semanal convidado do Tugasport

Esta semana vou deixar de lado o futebol…no relvado. Vou falar um pouco do futsal, indubitavelmente o segundo desporto em Portugal a movimentar mais massas. Tudo isto aquando da entrada de Sporting e, mais tarde, Benfica, ambos os clubes com uma massa associativa enorme que desde logo «agarrou» mais esta modalidade como sendo uma paixão. E assim o é…bola cá, bola lá, golos para todos os gostos (e muitos!), emoção até final e poucos segundos para respirar…é isto o futsal, um desporto que veio para ficar no nosso país.

 

Neste fim-de-semana jogaram-se as meias-finais da principal Liga portuguesa de Futsal, onde Benfica e Sporting marcam presença e onde os rivais de Lisboa tiveram sortes diferentes: o Benfica venceu o Freixieiro, o Sporting foi goleado pela Fundação J.Antunes. Ainda nada está decidido mas os leões terão de correr, e muito, atrás do prejuízo se quiserem discutir com o rival lisboeta o ceptro de campeão.

 

Além das principais decisões na Liga de Futsal, este fim-de-semana ficou também marcado pela Final-Four da Liga Universitária de Futsal. Também aqui este desporto ganha particular destaque, curiosamente mais que o Futebol 11. Em termos académicos, a Federação Académica de Desporto Universitário organiza as Fases Finais de todos os desportos, à excepção do futsal que tem já uma liga própria, a LUF (Liga Universitária de Futsal). Este ano a final-four marcou presença em Leiria e tive a oportunidade de fazer parte do press-Office do evento, apelidado unanimemente no final como a «melhor final-four de sempre». Um evento que se dividiu entre sábado e domingo e que pode ainda rever no blogue criado para o efeito: http://www.final4leiria.blogspot.com. Além disso, quisemos marcar a diferença e criámos um sistema de actualização ao minuto para os 6 jogos desta final-four, em http://www.final4leiria-directo.blogspot.com/. Foi um fim-de-semana em cheio, com grandes emoções em campo e com um vencedor justo e consagrado: a Associação Académica de Coimbra levou a melhor sobre a equipa da casa, o Instituto Politécnico de Leiria, e acabou por revalidar o título de campeã nacional universitária.

 

Além de toda a conjugação desportiva deste evento, pude constatar a visiblidade que o desporto académico vai tendo. Para a final desta Liga Universitária, que se disputou no Pavilhão da Juve Lis, na cidade de Leiria, estiveram presentes nas bancadas, de entre cerca de 300 espectadores, nomes como Adil Amarante, treinador do Benfica, e o seleccionador nacional de futsal, Orlando Duarte. Por aqui se vai vendo o que o desporto universitário tem vindo e evoluir. Dentro de campo, fui sabendo da presença de atletas federados, alguns deles mesmo em equipas de topo como o Sporting de Pombal.

 

O futsal é um desporto em plena expansão em Portugal, arrisco mesmo a dizer que nos últimos anos tem tido um desenvolvimento maior e mais sustentado que o futebol, mesmo em termos de infra-estruturas os projectos equivalem-se. Infelizmente, um modo bastante cómodo de constatar este facto prende-se com a televisão: antes, podíamos comodamente assistir aos jogos de futsal da liga portuguesa através do segundo canal público. Actualmente, com a expansão que esta modalidade tem tido, a SPORTV detém já os direitos desta competição, enquanto desportos como o hóquei em patins, andebol e mesmo o basket continuam a ter espaço no canal público. É um modo triste de aquilatar deste facto, mas ao mesmo tempo não deixa de ser reconfortante assistirmos a uma maior aposta num desporto que não o futebol. Começa a existir espaço para as modalidades, e este fim-de-semana pude ver que a vida académica pode dar uma valente ajuda nesse facto.

 

Até para a semana, boas fintas e bons remates.

 

Mário Ventura

MarioRuiVentura@gmail.com