Numa jornada cheia de empates (apenas V. Setúbal logrou vencer a União de Leiria), houve 3 clássicos do futebol. Na sexta-feira, o derby do Minho, no qual Sp. Braga e V- Guimarães não foram além de um empate a zero. No sábado, o derby do Norte. O Boavista conseguiu evitar as feras predadoras do Porto num empate sem bolas. No Domingo, o derby mais importante de todos. O clássico dos clássicos. Em Alvalade, Sporting e Benfica empataram a uma bola.

Tive a oportunidade de assistir ao encontro juntamente com os restantes adeptos do Sporting. Estava situado na bancada à esquerda dos adeptos do Benfica. O estádio estava cheio. Os adeptos dos dois clubes gritavam apoios aos jogadores e mandavam farpas aos adeptos rivais. Era o espectáculo fora de campo.
Dentro do campo porém, o espectáculo era outro. Num partida bastante disputada, o Sporting depois de um bom início de jogo marcou primeiro através de um golo do regressado Vujkevic, que esteve 3 semanas de fora devido a uma luxuação no ombro. Passe de Veloso, cruzamento de Tiuí e cabeçada vitoriosa de Vujkevic a aproveitar os erros dos defesas centrais encarnados, Edcarlos e Katsouranis, sendo que Quim ainda tocou na bola.
Pouco depois, o Sporting perdeu o controlo do jogo e o Benfica foi ganhando confiança. Essa confiança foi recompensada através de uma cabeçada de Cardozo, após canto (na minha opinião inexistente) de Rui Costa. O jogo continuou a ser disputado por todo o campo. Chegou o fim da 1ª parte.
Ao intervalo, o Sporting aproveitou para homenagear os escalões de formação, juniores, juvenis, infantis com os respectivos títulos de campeões nacionais. Quem entregou os trofeus foram antigas glórias do clube leonino: Carlos Xavier, Hilário, Sá Pinto, Oceano, entre outros (pois que depois o locutor estava a começar a ficar rouco e não conseguia perceber o que ele estava a dizer).
Veio a 2ª parte. Novamente, o Sporting começou a controlar o jogo, sendo que apenas em contra-ataque o Benfica atacava. Grandes oportunidades para os leões marcarem foram travadas pela inspiração de Quim. Pouco depois surge a expulsão (exagerada na minha opinião) de Nelson, ao entrar com os pés juntos a Celsinho (que susbtituiu Izmailov).
A arbitragem de Paulo Paraty (que gosta muito de prejudicar o Sporting em jogos decisivos) ficou marcada por três lances polémicos: aos 15 m, Cardozo cruza para a área leonina e fica a ideia de que Miguel Veloso corta a jogada com o braço, ficando por assinalar a respectiva grande penalidade contra o Sporting; aos 60 m, Léo empurra Vukcevic, também na área de rigor, e o árbitro nada assinala, desta vez contra o Benfica. Depois o penalty (inexistente) de Katsouranis a Purovic.
Nota pessoal: Fui sendo alvo de uma tentativa de agressão. A duas cadeiras abaixo de mim surgiu uma faca atirada pelos lampiões. Tenham vergonha na cara!!!