Aug 15

LEIRIA, 11.8.07 - Supertaça, FCP x SCP
Os agentes desportivos e a imprensa não se cansaram de apelar para que o Estádio estivesse cheio.
…queremos Adeptos, a cidade do Porto fica a 190 km ( como se fosse perto)…a cidade de Lisboa a 120Km ( mais pertinho)…diziam os dirigentes.
Pergunto, querem brincadeira? Porque não fazem uma Supertaça a duas mãos? Não era mais rentável e mais confortável para os Adeptos? Porque “obrigam” os Adeptos a fazerem grandes deslocações? O campeonato está a chegar, mais dinheiro para gastar. Depois querem Adeptos nos estádios?
Mas o pior está para vir, para chegar ao Estádio foram precisas 2 horas, filas e mais filas, portagens superlotadas, nervos à flor da pele. Como se isto não bastasse, no final do jogo, o mesmo cenário. Desde o Estádio até à A1, era preciso nervos de aço. Pára e arranca constantes, embraiagens quase a incendiar, motores a aquecer, carros parados. Chegados finalmente à A1 os Adeptos depararam-se com um cenário digno dum filme, daquele famoso, era um cenário preto. Filas e filas de transito para tirar o milagroso ticket…
Eu já tinha dito, a maioria dos estádios têm uma acessessibilidade precária. Um jogo a sério e dá este caos todo, imagine-se se havia mais jogos assim, Leiria fechava.
Senhores do futebol, acham piada a isto?
Quem paga estes nervos todos e desarranjos aos Adeptos? Claro está, os próprios.
Mas quem gasta dinheiro desta forma, não tem para gastar noutros jogos.
depois querem Adeptos nos Estádios?
Não brinquem com os Adeptos, vamos ser justos e mudar o rumo às coisas mal feitas e quando existirem grandes eventos, planeiem as coisas sériamnete.
Eu tinha dito, aliás a APA, www.apadeptos.org, vai em breve publicar o resultado de um inquérito, onde um dos pontos é precisamente, acessibilidades.
Costa Pereira

Apr 28

Árbitro com tendencias…

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=iszT6LsIHQs&mode=related&search=[/youtube]

Mar 14

A Clericus Cup, torneio reservado a padres e seminaristas, sob a égide do Vaticano, assistiu às suas primeiras expulsões: nada menos que duas num só jogo.

Segundo relata a agência Ansa, jogava-se pacificamente o encontro entre a Pontifícia Universidade Lateranense e a Sé Sapientiae, quando o seminarista salvadorenho Jerónimo Cucafate travou em falta a corrida triunfal de um jogador da Lateranense para a baliza. O jogo só levava 16 minutos, mas o árbitro não hesitou e mostrou o primeiro cartão vermelho da Clericus Cup.

De nada adiantou ao treinador gritar que o cartão era azul (uma inovação em termos futebolísticos desta Clericus Cup, um cartão de expulsão temporária), o facto estava consumado.

Mas o jogo havia de continuar a fazer história. Na segunda parte o juiz expulsou um segundo jogador, agora da Lateranense, por acumulação de amarelos. Dez para cada lado, vitória final da Lateranense por 3-1. E uma conclusão reconfortante, pelo menos para alguns. «É um bom sinal que os padres também troquem caneladas, quer dizer que é tudo de verdade, que não é uma encenação», sentenciou o padre Cláudio Paganini, consultor do torneio.