
Cidade: Viena | Estádio: Ernst Happel | Capacidade: 55.000 lugares
De um lado está a fúria espanhola, apoiada no talento de Xavi, Villa e Torres, entre outros. Mas atenção, os russos têm uma orquestra liderada pelo maestro Arshavin e já deram “música” a muita gente… Um encontro a não perder!
A Espanha exorcizou os fantasmas que a perseguiam nas grandes competições, mas a Rússia surgiu “revolucionada” pelo regresso de Andrei Arshavin, ausente nos dois primeiros jogos devido a suspensão, entre os quais a pesada derrota (4-1) sofrida na primeira fase frente à… Espanha.
Os espanhóis, acostumados a frustrar sucessivamente as melhores expectativas com eliminações precoces, ganharam novo ânimo depois de terem deixado pelo caminho nos “quartos” a campeã mundial Itália e preparam-se para disputar a primeira meia-final de um Europeu desde 1984, em França.
A Espanha é a única selecção que chega às meias sem derrotas, mas sabe que vai reencontrar uma equipa que se transfigurou com a “entrada em cena” de Arshavin, forte candidato à eleição de melhor jogador do torneio e grande responsável pela qualificação russa.
Rússia e Espanha lutam pelo segundo “bilhete” para a final de Viena, depois de a Alemanha ter conquistado o primeiro na quarta-feira, ao vencer a Turquia por 3-2, o mesmo resultado com que também eliminou Portugal nos quartos-de-final.





